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Há pouco tempo o Governo de São Paulo assinou convênio com as concessionárias de rodovias paulistas e com a associação de emissoras de rádios e televisões para que elas tenham acesso as imagens geradas pelas câmeras das concessionárias.

Com isso a imprensa pode visualizar o que está acontecendo, tomar ciência do tráfego e também dos eventuais acidentes. Na mesma linha a Polícia Rodoviária de São Paulo já trabalha no centro operacional das concessionárias, onde há dezenas de câmeras mostrando o que está acontecendo na pista e as infrações que estão sendo cometidas pelos motoristas, inclusive os veículos que estão irregulares.

As imagens geradas já são de tão boa qualidade que permitem ao policial rodoviário aplicar a multa e ficar com a imagem da infração tornando praticamente impossível o motorista conseguir escapar da punição. Ao mesmo tempo permite observar ações suspeitas, o que pode reduzir o índice de roubos de cargas e assaltos a usuários com problemas mecânicos ou presos no engarrafamento. Sem contar que poderá servir para perícias de acidentes.

Esses controles vão inibir a criminalidade, o excesso de velocidade, as ultrapassagens pelo acostamento e o motorista que dirige de forma agressiva e até sem o cinto de segurança.

A tecnologia contribui inclusive para a maior segurança do agente de trânsito, que não precisa fazer a abordagem ou que tem condições de planejar, através das imagens, a melhor forma de atuação da equipe que está na pista. Sem contar que reduz o risco de corrupção.

No caso dos acidentes, esse sistema já permite que as equipes de socorro saibam, quase que imediatamente, quando existe uma ocorrência, o que permite o pronto atendimento. Isso tem reduzido as mortes no local e poupado muitas vidas.

Na hora do acidente, muitas vítimas e seus familiares ficam duplamente preocupadas com as consequências, inclusive financeiras. Como vão conseguir pagar as contas em virtude do afastamento do trabalho ou morte do ente querido. Por isso, seria interessante que as equipes de resgate dessem orientação básica sobre o Seguro DPVAT, no sentido de tranquilizar e informar que existe essa proteção, mas que as pessoas não devem assinar nada logo após o acidente, evitando a ação dos atravessadores, oportunistas de plantão que as enganam no momento da dor.

A imprensa também deveria divulgar essa informação sempre que um acidente fosse registrado pelas câmeras das concessionárias.
O que fica evidente é que com a tecnologia o trânsito será cada vez mais monitorado. Os infratores terão cada dia menos oportunidade de escapar impunes, o atendimento às vítimas será cada vez mais rápido, e a tendência é todos os motoristas serem mais responsáveis, o que vai diminuir os acidentes e as vítimas.

É o Big Brother do bem salvando vidas!

Rodolfo Alberto Rizzotto

11/05/2015 Por: 

Autor Amerson Bento

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